quinta-feira, 24 de março de 2011

Pare de arranjar desculpas!

Pare de Arranjar Desculpas
Você certamente já deve ter ouvido este provérbio: "Quem quer fazer algo encontra um meio, quem não quer arranja uma desculpa". Costumo usar em minhas palestras uma metáfora, em que comparo nossa vida profissional à escalada de um alpinista. Um trecho específico dessa metáfora diz respeito às desculpas.



...Preste atenção nela: quando o alpinista avança em sua escalada, na direção do topo, ele encontra em seu caminho pedras soltas, pontos falsos de apoio, superfícies lisas e escorregadias, além de vento contrário, chuva ou sol causticante. Ele se depara com tudo isso porque faz parte da escalada. Não adianta reclamar. Por isso se chama jornada, escalada. Caso contrário, seria um fugaz passeio. No entanto, o mais importante é que o alpinista não foca no percalço. Ele sabe muito bem que se centrar sua atenção nisso, construirá em sua mente razões para não avançar, para não subir.

Explicando: todo obstáculo tem uma energia potencial para a construção de bloqueios mentais, que podem nos paralisar e, às vezes, nos fazer recuar, ou seja, se usarmos a energia da dificuldade, alimentamos nossas mentes de razões para justificar que o melhor é parar, voltar e desistir. Perceba que nossa mente sempre procura atender as nossas expectativas, pois buscamos naturalmente o equilíbrio e a satisfação. Se você procurar razões para justificar que o melhor é parar ou desistir, certamente usará os obstáculos como desculpa e pretexto para justificar e sustentar aquilo em que começou a acreditar como sendo o melhor, nesse caso: parar, voltar e desistir. Isso "tranqüilizaria" a mente. Só que para o ruim, é claro.

Livre-se do hábito de "dar desculpas"

Voltando para o alpinista, como já afirmei, ele vê todas aquelas coisas que poderiam ser usadas como desculpas para não avançar, mas não alimenta essa idéia simplesmente dizendo e perguntando para si mesmo: onde estão os pontos fixos e os apoios? Onde estão os melhores caminhos? É somente voltando sua atenção aos meios que ele se livra do perigo das desculpas. Ele sabe que só existe uma atitude para chegar ao alvo: focar nos meios.

Não pense que nossa vida profissional é diferente. Sempre encontraremos em nossas jornadas obstáculos, contrariedades, objeções e rejeições, sejam elas vindas de dentro das empresas (colegas, diretores, chefes, subordinados e ambiente físico) ou de fora, do mercado (economia, política, tecnologia e concorrentes). Saiba que elas definitivamente não importam. O que interessa mesmo é como você reage a elas. Como você as olha.

Comprometa-se com seus sonhos – "Quando você tem interesse por alguma coisa, dedica-se a ela quando é conveniente. Quando está comprometido, você não aceita desculpas, só resultados", já dizia Ken Blanchard. Portanto, o hábito de dar desculpas é um sintoma. A causa é a falta de compromisso, motivação, visão de futuro ou alvo. 

Dito tudo isso, só lhe resta agora tomar a decisão de se comprometer com seus sonhos e objetivos, focar nos meios que o levarão a essas conquistas e parar de dar desculpas esfarrapadas, antes que sua vida também se esfarrape. Seja resoluto, porque seu futuro não vai perdoá-lo por suas constantes desculpas.

Autor: Paulo Angelim
 
Lembre-se de que as desculpas perpetuam a mediocridade!
Beto Barros

quarta-feira, 23 de março de 2011

Hábitos!

 
 
HÁBITOS

Nosso caráter é composto, basicamente, pelos hábitos que desenvolvemos. O velho ditado diz: “plante um pensamento, colha uma ação; plante uma ação, colha um hábito; plante um hábito, colha um caráter; plante um caráter, colha um destino”.

Os hábitos são fatores poderosos em nossa vida. Uma vez que representam padrões coerentes – e muitas vezes inconscientes – eles servem para exprimir nosso caráter no dia a dia, e são responsáveis pela nossa eficácia... ou ineficácia...

Hábitos podem ser aprendidos e desaprendidos. Não é fácil, mas é possível..., romper com tendências tão profundamente arraigadas como – criticar, ser impaciente e egoísta, por exemplo – exige muito mais do que um pouquinho de força de vontade... Esse tipo de mudança exige um esforço tremendo, mas assim que a primeira etapa, toda liberdade assume um novo sentido.

Definimos hábito como a interseção entre o conhecimento, a habilidade e o desejo. O conhecimento é o que fazer e porquê; a habilidade, como fazer; e o desejo é a motivação, o querer fazer. Para tornar algo um hábito é preciso reunir estes três elementos.

Por exemplo: eu posso ser ineficaz em minhas relações com os colegas de trabalho, minha esposa, meus filhos porque – constantemente – digo a eles o que eu penso, mas nunca ouço o que eles têm a dizer. A não ser que eu mude esse hábito, corro o risco de jamais saber que preciso ouvi-los. Mas, mesmo sabendo que preciso ouvir, posso não ter a capacidade para tanto; pode ser que eu não saiba como ouvir sinceramente o que outra pessoa está dizendo.

Mas ainda assim não é o bastante: porque saber que preciso e saber como ouvir de nada adiantará se eu não quiser, se eu não tiver a vontade necessária para ouvir.

Se não houver os três elementos: conhecimento, habilidade e desejo você nunca conseguirá mudar o velho hábito e adquirir um novo.

(extraído do livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, de Stephen R. Covey)





Em breve escreverei um artigo sobre hábitos saudaveis e emagrecimento levando em consideração este tripé - conhecimento, habilidade e desejo! Quem quer ler?

Grande abraço,

Beto Barros

terça-feira, 22 de março de 2011

Ser um gigante

"Ser um gigante.
Esse sempre foi o nosso desejo.
O desejo de ser um gigante.
Não se apoiando nos ombros de um gigante.
Nem tendo um como amigo.
...Embora sejam coisas positivas.
Mas ser um deles!
Gigantes ultrapassam barreiras que parecem não ter fim. Eles conquistam montanhas que parecem inconquistáveis.
Gigantes superam o medo.
Triunfam sobre a dor.
Vão além e inspiram outros a serem gigantes, a fazerem coisas gigantescas, a darem passos gigantescos e mover o mundo adiante!"

Humanity - Campanha Promocional do COI (2002/2004)
 Um abraço gigantesco para você!
Beto Barros

domingo, 20 de março de 2011

Quanta carga você está carregando?

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: 'Cansado viajante, por que ca...rrega essa pedra tão grande?'

'É estranho', respondeu o viajante, 'mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.' Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.

Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: 'Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?'

'Estou contente que me tenha feito essa pergunta', disse o viajante, 'porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.' Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal. (Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não.

Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!

O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
a. Pensamentos negativos.
b. Culpar e acusar outras pessoas.
c. Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente.
d. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
e. Auto-piedade.
f. Acreditar que não existe saída.

Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente."

Extraído do livro "Psycho-Pictography", de Vernon Howard
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Caminhe mais leve!
Grande abraço,

Beto Barros

sexta-feira, 18 de março de 2011

A lenda da Serpente

A lenda da serpente

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um
vaga-lume. Este, fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a serpente nem
pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...

No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a serpente:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar...

Em sua vida inevitavelmente aparecerão muitas "serpentes" que tentarão roubar seus sonhos e puxar o seu tapete.
Você tem 2 opções:
Deixar de brilhar para não atrair estas "serpentes" ou brilhar cada vez mais forte e aprender a identificar e a lidar com este tipo de gente!

De coração desejo que você brilhe cada vez mais forte a ponto de ofuscar a serpente e ela parar de te perseguir!

Grande abraço,

Beto Barros

quinta-feira, 17 de março de 2011

A CONFIANÇA




Uma das cenas mais bonitas entre pais filhos é ver uma criancinha correr de braços abertos em direção a seu pai ou sua mãe para se jogar neles com a maior felicidade. Ela sabe que vai ser amparada e acolhida com segurança e amor e por isso não tem a menor dúvida. Isto é, ela tem total confiança na vida. E o que faz alguém ...se lançar no mundo com essa mesma coragem, determinação e alegria?

Isso mesmo, a confiança. A própria palavra confiança tem em si mesma o segredo de como ela nos dá essa força que nos permite ultrapassar nossos próprios limites e medos para acreditar na benignidade da existência. Confiar vem do latim con fides, isto é,com fé. A confiança, portanto, é uma questão de fé. A gente pensa que a fé pertence ao universo da religião, que está apartada da vida comum, mas isso não é verdade. É a fé que nos preenche o coração na hora de nos atirarmos num projeto, nos entregarmos em relacionamentos, perseguirmos um objetivo. Não se pode saborear plenamente a vida sem fé. Ela é nosso mais poderoso catalisador de energias.

E fé é muito mais que crença ou dedução de um raciocínio lógico. Ela é incondicional. Isto é, não depende de conclusões, lógicas, probabilidades, previsões. Muitas vezes, até, ela vai exatamente em direção oposta ao que tem chance de dar certo. A fé, basicamente, é um exercício dinâmico de coragem. E coragem, como o próprio nome diz, é ter o coração na ação. Quando colocamos o coração naquilo que fazemos, somos impulsionados pela fé, pela confiança. Ultrapassamos assim uma série de bloqueios e obstáculos, internos e externos, com resultados impossíveis de serem atingidos sem sua presença.

Por isso a confiança é tão poderosa. Dezenas de pesquisas mostram que a fé é decisiva para a manutenção da saúde, por exemplo. Pode ser tanto a fé em Deus quando a fé na vida, num sonho, num projeto, ela é fundamental para nossa saúde física e psíquica.

(texto de Liane Alves, publicado no site Vida Simples).

Grande abraço,

Beto Barros

quarta-feira, 16 de março de 2011