terça-feira, 15 de março de 2011

Sempre existe uma saída com uma boa negociação


Muitas vezes ficamos acuados em situações difíceis em nossa vida. Parece que para todo o lado que olhamos existe uma barreira intransponível.
Chegamos a pensar que não há saída. Vem o desespero e o total descontrole.
São nesses momentos que devemos utilizar as ferramentas e recursos necessários para obter o controle de nossas emoções.
Você já ouviu aquele velho ditado: “Para tudo tem saída, só não tem para a morte”?
Pois é, essa é uma excelente crença fortalecedora para você incorporar em seu modo de pensar.
Nos momentos difíceis você deve mudar o seu  foco, pois aonde vai o seu foco vai toda a sua energia, aonde vai sua energia as coisas crescem, sejam coisas boas ou ruins. Se você focalizar no problema ficará longe da solução.
Se eu pedir para você: Não pense em um semáforo!! Não, não faça isso!!
            Posso até escutá-lo me perguntando: Rodrigo, o semáforo estava verde, amarelo ou vermelho?
O seu cérebro não entende a palavra não. Portanto cuidado com o que você fala e pensa. Cuidado onde você focaliza. Procure a saída.
Mesmo quando lhe parecer que ela não existe, mude a pergunta que faz para si mesmo. Se você pensar:  “Eu sei que não tem saída”, então pergunte:  “Mas se tivesse uma , qual seria?”. Essa é uma excelente estratégia para mudar o seu foco, te dar esperança, energia e conseqüentemente mudar sua emoção.
Mesmo que você não tenha a resposta, insista!
Vou contar-lhe uma história que irá ilustrar essa situação e com certeza irá inspirá-lo a acreditar que “Sempre existe uma saída com uma boa negociação”:
Certa vez, numa cidadezinha bem distante, um homem inocente foi levado a julgamento, no qual sua sentença seria a prisão perpétua.
Por desavenças pessoais e erro de julgamento, o juiz estava disposto a tudo para condená-lo. Em dúvida absoluta, o júri não sabia se deveria considerá-lo culpado ou inocente. Foi então que um leigo, que fazia parte do júri, propôs que fosse tirada a sorte.
Isso nunca acontecera antes. O juiz percebeu uma oportunidade única para garantir a prisão daquele homem. Ele aceitou, mesmo ilegalmente, tirar a sorte.  Ele escreveria em dois papéis diferentes as palavras: “CULPADO” e “INOCENTE”, iria dobrá-los e o réu deveria escolher um dos papéis. No entanto, sorrateiramente, o juiz escreveu nos dois papéis a palavra: “CULPADO”.
O réu percebeu a injustiça premeditada cometida pelo inescrupuloso juiz. Estavam brincando com a sua vida!
Foi nesse momento que ele se viu totalmente sem saída, pois se ele desmascarasse o juiz certamente pagaria um preço ainda mais caro pela vingança pessoal. E se aceitasse o jogo, seria condenado!
Não existia uma saída!
...Mas se tivesse, qual seria?
Nenhuma resposta vinha à sua mente. Ele insistiu, perguntando a si mesmo: “Se tivesse uma saída, qual seria?”.
            Ao invés de ficar se lamentando pela sua falta de sorte, pela perseguição gratuita, ficar se perguntando: Por que eu? Por que comigo? O que eu fiz para merecer isso? – Perguntas totalmente enfraquecedoras que não levariam a lugar algum. Ele continuou procurando uma saída. Foi então que ele a encontrou.
Rapidamente, pegou um dos papéis e comeu! Isso mesmo, comeu!
Então negociou com o juiz e com os jurados:
- “Caro senhores, para saber qual será o meu destino basta que leiam o papel que sobrou. Minha sorte será oposta.”
O juiz não teve outra alternativa se não declará-lo INOCENTE.
Portanto amigo leitor, acredite: “SEMPRE EXISTE UMA SAÍDA COM UMA BOA NEGOCIAÇÃO”.
Faça perguntas fortalecedoras que te possibilitem usar o máximo desse equipamento maravilhoso e cheio de recursos que você tem: o seu cérebro.
Vença suas barreiras, lembre-se: “Problema é tudo aquilo que você vê quando tira o foco do seu objetivo”.

 By Rodrigo Cardoso


Grande abraço,

Beto Barros

domingo, 13 de março de 2011

Pessoas Inteligentes




Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 50 centavos e outra menor de 25centavos. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é;
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é : A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.

Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam... é problema deles...
 Grande abraço,

Beto Barros

quinta-feira, 10 de março de 2011

Vencer

Vencer é transformar um sonho em objetivo escrito e mensurável. Traçar cada meta e buscá-la sempre, até atingi-la.
 Vencer é ter coragem de no meio do nada, acreditar que pode tudo e fazer acontecer.
Vencer é apesar de tudo que possa acontecer, acreditar nas pessoas e saber que por de traz de cada ato humano, por mais difícil que alguém possa parecer há sempre uma intenção positiva para consigo.
Vencer é ter a esperança sempre renovada, lembrando que o sol nasce todos os dias e para todos.
Vencer é ter um sentimento profundo de fé, força e perseverança mesmo em momentos difíceis.
Vencer é saber transformar boa vontade em ações positivas e realizadoras nas piores situações, dores e desilusões.
Vencer é continuar caminhando quando o peso de caminhar só ou mesmo contra a correnteza não consegue lhe parar.
Vencer é sempre se lembrar da pessoa especial que você é, mesmo quando alguns não acreditam no que você pode fazer.
Vencer é encontrar a criança que há dentro de você e amá-la, a verdadeira ação social começa dentro de nós mesmos.
Vencer é carregar esta criança no colo e deixá-la sonhar, pois ela sabe que não há sonhos impossíveis, o que há são sonhadores que desistiram, muitas vezes, antes mesmo de tentar.
Vencer é saber que você está exatamente sempre no lugar onde você mesmo se colocou. Se responsabilizar por isso e sempre se comprometer em estar em um lugar melhor.
Vencer é se reconhecer um grande vencedor e vencer!
Grande abraço e muitas vitórias em sua vida!
Beto Barros

sexta-feira, 4 de março de 2011

OS 7 ERROS DE QUEM VIVE RECLAMANDO DA VIDA




Situação mais do que comum: alguém reclamando da vida. Do chefe apático, da empresa injusta, dos colegas carreiristas, dos velhos amigos que não são mais os mesmos, da mordida do imposto de renda, dos juros altos... da mulher e dos filhos que gastam demais!

Ufa, a lista é grande; é reclamação que não acaba mais. E, na maioria das vezes, a culpa dos problemas é SEMPRE dos outros; nunca da própria pessoa. Como disse Sartre: "o inferno são os outros".

Então, antes de entrar nesse bloco dos descontentes inveterados, que tal uma auto-análise para perceber se o problema não está em você.

Vamos lá; eis os sete erros que essa turma de descontentes mais comete:

1 – comodismo: por exemplo, o fulano sabe que precisa melhorar seu inglês, mas não enfrenta a questão e estuda pra valer.

2 - medo de mudanças: a pessoa não gosta do emprego que tem, mas o encara como se fosse a única alternativa para sua vida e morre de medo de perdê-lo. Sabe que deveria ter um "plano B", mas não faz nada para construí-lo.

3 - prepotência: não admite a estagnação e que seu desempenho não acompanha as exigências atuais do mercado; exige aumento de salário e acha que é bom funcionário só porque cumpre horário e faz exclusivamente o que lhe pedem.

4 – transfere culpa: ou seja, reclama de quase tudo e não assume responsabilidade sobre as situações. Não cuida de si e da sua evolução.

5 – falta de planejamento: não tem planos para o futuro; imagina apenas que, daqui há um ano, tudo será como é hoje. Sua preocupação se limita ao presente; faz planos, mas não define prioridades nem metas.

6 – desperdício de tempo: deixa de fazer o que deseja com a desculpa de que o dia é curto demais. Ou seja, empurra a vida com a barriga por total falta de organização e foco.

7 – trabalha sem paixão: aí está a origem de toda a insatisfação.

Sem paixão, o trabalho vira apenas rotina e não algo realizador. Quantas pessoas você conhece que trabalham, trabalham e não saem do lugar? Quanta gente passa anos na mesma empresa e no mesmo cargo, só cumprindo o expediente de forma burocrática e sem paixão? Quantos empreendedores perdem a capacidade de inovar por se contentar com o que já conquistaram? Aí está a legião dos descontentes... Você não vai querer entrar nesse time, vai?

Então, comece desde já a planejar a sua vida. Mas saiba que planejar significa estipular objetivos e correlacioná-los de tal forma que seja, de fato, possível e viável alcançá-los. Planejar é saber transformar o sonho em realidade. Se não for assim, não é planejamento, é só desejo.

(por Luiz Fernando Garcia – Gente que faz – ed. Gente).

Grande abraço,

Beto Barros

quinta-feira, 3 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

Life is short! Live your dreams!

Reflita!

Quais são seus sonhos?

Que passo concreto você pode dar para se aproximar mais da realização deste sonho? Quando você vai dá-lo?

Que passos você tem dado que estão te afastando dos seus sonhos? Até quando você vai dá-los?

A vida é curta! Sonhe e realize!

Grande abraço!

Beto Barros